terça-feira, 30 de setembro de 2014

Adivinha

O que é que é vermelho e faz mal aos dentes?

Exato, um tijolo.

segunda-feira, 29 de setembro de 2014

Para quem gostar de mim..

Se houver por aí alguém que goste muito, muito de mim, pode sempre oferecer-me isto como demonstração de amor e carinho.. Ou como demonstração de ódio, que também serve..





Pode ser na versão preto, se faz favor. Mas aceito qualquer um, a verdade é essa.

sexta-feira, 19 de setembro de 2014

Pergunto..

Qual será a menor lesão grave que posso infligir a mim próprio, para sair do trabalho mais cedo?




terça-feira, 16 de setembro de 2014

Azar é..

Azar é apanhar trânsito e chegar atrasado ao trabalho. Azar é chegar ao trabalho e reparar que não se levou o pequeno-almoço, esquecido na cozinha. Azar é perceber que um dos aparelhos, essenciais à minha audição, está avariado e que a consulta mais rápida é só na sexta-feira. Azar é ter de sair em trabalho e apanhar chuva. Azar é fazer marcha atrás e bater com o carro. Azar é as aulas terem recomeçado e voltar a ter que jantar depois das onze da noite. Mas o que me fodeu mesmo o dia foi ter o azar de ouvir na rádio uma música do João Pedro Pais.

segunda-feira, 15 de setembro de 2014

Resumo do MotelX

5 dias de festival, 5 dias em que lá fui, 7 filmes que vi.
Está mais ou menos no nivel do ano passado. Aproveitei o pack de 5 bilhetes por 15€ e ainda comprei bilhete para uma sessão dupla.
Quanto ao festival, muito bom, como nos tem habituado. A organização faz sempre um grande trabalho, os voluntários são prestáveis, os filmes excelentes e os convidados de luxo.
Entre filmes mais mainstream, de culto, sem sentido e mesmo musicais, a escolha era vasta e para todos os gostos. Desta vez consegui arranjar bilhete para a sessão de encerramento, que permite saber e ver (ou rever) a curta vencedora do concurso de curtas. Ganhou "Pela Boca Morre o Peixe", uma curta portuguesa que contava a história de um homem que ao apanhar um peixe, acaba por ser mordido e a pouco e pouco se transforma num humano com guelras e que acaba por ser pescado e comido pelos amigos. Muito bem produzido, uma história original e uma banda sonora que encaixava na perfeição.
Sobre o filme de encerramento, tivemos um musical de horror! De horror e de comédia! É verdade, muito nos rimos e aplaudimos durante o filme. Fez-me lembrar o The Rocky Horror Picture Show.

De resto, nada a apontar. Um extraordinário festival de cinema, diferente, em muito, daquilo que as pessoas estão habituadas quando vão a um centro comercial. O ambiente é outro, vive-se o cinema e os filmes mais intensamente e os aplausos durante o filme, a cenas realmente boas, são mais que habituais. Vi muita gente que claramente vive o culto dos filmes de terror a sério, vi pessoas que só lá deviam estar porque é fixe ir a festivais (sim, estou a ser preconceituoso) sejam eles quais forem, vi pessoas de todo o estilo! Agora, resta esperar pelo próximo ano e, quem sabe, com uma participação minha no concurso das curtas.



sexta-feira, 12 de setembro de 2014

Como fazer amigos

1- Conhece uma pessoa qualquer numa festa qualquer.

2- Adiciona-a no Facebook.

3- Nunca mais a vejas ou fales com ela.

"Yaay!! Tenho 700 amigos!!!"

quinta-feira, 11 de setembro de 2014

Os cabrões dos táxistas.

Não querendo generalizar, claro está, que até já viajei com alguns táxistas que, à partida, me pareceram boas pessoas. O mesmo não se poderá dizer sobre os táxistas que estão parados na Avenida da Liberdade.

Há algum tempo, precisei de ir ao Cinema São Jorge. Depois de procurar um lugar por ali perto, acabei por ver um numa das paralelas da avenida principal, do lado do cinema. Depois de ter estacionado e saído do carro, um homem vira-se para mim e diz-me que era melhor tirar dali o carro; que, embora não estivesse na zona dos táxis, eles achavam que aquilo era tudo deles e que riscavam os carros às pessoas; que estava a ver um lugar noutra rua e que era melhor. Assim o fiz, voltei a entrar no carro e fui estacionar noutro lugar.

Ontem, foi o primeiro dia do MotelX. As paralelas estavam apinhadas de carros, em cima dos passeios, em cima de passadeiras, nas zonas exclusivas aos carros elétricos e, claro, naquela zona em frente e um ou dois lugares antes do sinal exclusivo para os táxis. Ninguém deve estacionar em locais que não deve, é um facto, mas há dias em que, por breves momentos, acabamos por olhar um pouco para o lado, dado o elevado número de carros naquela zona. Quando estava a sair do filme e ia para o meu carro (que estava estacionado longe da confusão), reparei num jovem de joelhos no chão e agarrado a um pneu. Olhei para os 3 carros imediatamente a seguir ao dele e vi que todos tinham um pneu em baixo. Lembrando-me do que me tinham dito da outra vez, olhei para os táxistas. O que vi só me deu a certeza de que tinham sido eles a fazer aquilo, pois olhavam para as pessoas que tentavam trocar os pneus com uma cara de gozo enquanto se riam e apontavam. Um carro com um pneu em baixo podia passar despercebido, mas quando 4 carros estão em igual estado, é porque alguém o fez.

Mais uma vez, eu sei que ninguém deve estacionar onde não o pode fazer, mas para estas situações existe a policia. Se os táxistas acham que os carros estão a ocupar o seu espaço, que os chamem com reboques e tudo e levem dali os carros. Mas justiça popular não me parece que seja a atitude correta.

Por isso, já sabem. Cuidado a estacionar naquela zona. Tomem atenção onde deixam o carro e pensem que mesmo que não estejam na zona dos táxistas, basta estarem lá perto para que sejam considerados "invasores a abater".

quarta-feira, 10 de setembro de 2014

Como ganhar numa discussão com uma mulher.

Imaginem que estão a discutir com a vossa namorada/esposa/amante e que ela vai à cozinha e tira uma faca da gaveta. O que devem fazer é tirarem o pão, o queijo e fiambre do armário. Os seus instintos de mulheres virão à tona e ela far-vos-á uma sandes.

Aquele momento..

Já cheguei àquele momento em que tenho que usar um elástico a prender a barba se quero fazer um cunnilingus sem ela se estar sempre a rir.

terça-feira, 9 de setembro de 2014

Uma história de amor

Se isto não vos trouxer uma lágrima aos olhos, em vez de um coração, têm um bloco de gelo.

Em 1986, Pedro David estava numas férias no Quénia, depois de se ter licenciado. Numa caminhada pelo mato, deparou-se com um pequeno elefante, parado e com uma pata no ar. O elefante parecia em pânico, por isso, Pedro aproximou-se muito cautelosamente. Ajoelhou-se, inspecionou a pata do elefante e encontrou um grande pedaço de madeira bem espetado nela. Tão cuidadosa e gentilmente quanto foi capaz, Pedro trabalhou a madeira com a sua navalha, acabando por retirá-la, após o que o elefante pousou a pata.

O elefante virou-se para o homem com um olhar de curiosidade, fitando-o durante tensos minutos. Pedro estava congelado, a pensar apenas que ia ser espezinhado pelo animal. Mas o elefante barriu altíssimo, virou costas e foi embora. Pedro nunca esqueceu aquele elefante e o que tinha acontecido naquele dia.

Vinte anos depois, Pedro estava a passear pelo Zoo com o seu filho. Quando se aproximaram da zona dos elefantes, um dos animais virou-se e caminhou até onde Pedro e o seu filho estavam. O enorme elefante olhou para Pedro, levantando e pousando a sua pata dianteira. Fez isto algumas vezes e depois barriu bem alto, sempre a fixar o homem. Relembrando-se do encontro em 1986, Pedro não conseguia não pensar que aquele seria o mesmo elefante. Reunindo toda a sua coragem, Pedro subiu o gradeamento e saltou para dentro do recinto. Caminhou até ao animal e olhou para trás em suspense. O elefante barriu novamente, enrolou a tromba numa das pernas de Pedro e atirou-o contra o gradeamento, matando-o imediatamente. Provavelmente não era o mesmo elefante.

Isto é para todas aquelas pessoas que enchem o Facebook com histórias da treta sobre criancinhas e animais para nos reconfortar o coração.

Não sei se fui bem atendido ou se fui violado...

Ontem fui ao senhor doutor.
Já que para me inscrever no centro de saúde tive que perder tempo a mudar moradas no cartão do cidadão e pedir códigos e o diabo a sete, decidi que seria bom saber se, pelo menos, os serviços de saúde prestados pelo centro de saúde valeram o esforço. E também porque não faço análises há algum tempo e estão a aproximar-se periodos importantes da minha vida e quero estar preparado.

Assim, às 8:35 lá estava eu para ser atendido pelo doutor com um nome estrangeiro. Pensei logo para mim que devia ser um daqueles cubanos ou venezuelanos que vêm para cá "roubar" o lugar aos tugas. Imaginei um tipo alto, gordo, tez escura, barba rala e que, para além de não perceber metade do que eu ia dizer, eu não iria perceber a outra metade que ele dissesse. Pois que me enganei. Afinal é português, jovem, magro e sem barba na cara. O nome deve ser por ser de alguma família importante. Não obstante a minha surpresa, a dele deve ter sido ainda maior. Vai na volta não é todos os dias que recebe ali malta jovem e com bom aspeto. Sentei-me e ele sempre todo sorridente, perguntou-me o que se passava. Disse-lhe que eram só umas análises de rotina, que já não as fazia há muito tempo. Pediu-me o cartão de cidadão para proceder ao registo e viu o meu nome e exclamou "Excelente Pinto?!", sim, disse eu. "Isto no Brasil....", disse ele com um sorriso aberto. Não percebi, mas pronto.

Depois, foi hora do historial clínico. Doenças, alergias, isto e aquilo. Disse que a única alergia que sabia ter era à cerveja, que em criança tinha anemia, e que tinha sido operado a uma hérnia na zona da púbis quando tinha 2 anos. Então, por algum motivo decidiu que era boa ideia auscultar-me. T-shirt para cima e mão no peito, mão nas costas, inspira, expira... Abra a boca e diga aaaaaaaa... Deixe lá ver os olhos, sim, a anemia parece controlada... Faça o favor de se deitar na marquesa e tire a t-shirt. E o meu coração parou por breves instantes. Deitei-me a medo e comecei a transpirar que nem um cavalo. Foi então que ele se agarra ao cinto das calças, as começa a puxar para baixo e a perguntar se dava para ver a cicatriz da operação que fiz há 28 anos! Quando as calças já estavam perigosamente em baixo, quando já faltava pouco para algo se soltar, eu digo que não se via. Ele lá largou as calças e começou a apalpar-me a barriga. Aperta aqui, aperta ali e "não faça força", disse-lhe que não estava a fazer e lançou-me um olhar e disse que tinha uns bons abdominais. Acho que foi nesta altura que apertei as nádegas com tanta força que só passados 5 minutos é que elas se voltaram a descolar. "Então, não bebe cerveja, mas bebe vinho?", "um copo à refeição, nada de especial", e as mãos continuavam a percorrer o meu abdomen.. "E drogas?", "Eu tenho mau aspeto mas drogas não é comigo", "AHAHAHAHAHAHA não, eu também perguntaria isto a uma senhora de 60 anos... sabe, não é a droga que mata, são os enfartes, blá blá blá...", e aquelas mãos percorreram-me mais uma vez.

Quando finalmente aquilo acabou e ele me disse que parecia estar tudo bem, me deu as receitas, se despediu com um enorme sorriso e um aperto de mão com ambas as mãos dele, e eu saí do gabinete, dei graças a Deus por não lhe ter dito nada que lhe desse a entender que podia precisar de um exame à próstata. Não é que ele tivesse uns dedos muito grandes, mas podia querer usar outra coisa qualquer para realizar o exame!


sexta-feira, 5 de setembro de 2014

Jacinto Leite Capelo Rego

Já sentes o quê cá pelo quê?

A pergunta que se faz é: existirá mesmo um português com este nome?

Em 2004 fez uma doação para o CDS, agora, 10 anos depois, quis fazer parte das eleições primárias do PS.

Eu acredito que exista e que seja a pessoa mais injustiçada de todos os tempos!

MotelX 2014 - o mais assustador festival de cinema!

O, para mim, melhor festival de cinema está prestes a ter nova edição.
Se o festival não fosse já, só por si, de excelência, o ser no Cinema São Jorge é ainda melhor.
De 10 a 14 de Setembro, a 8ª edição do MotelX está no ar.
Um festival de cinema de terror, onde se pode ver um pouco de tudo o que se faz pelo mundo.
Há filmes completamente alucinantes, marados, de puro terror, terror visual e /ou psicológico, terror cómico, etc. Com filmes a passarem o dia todo, o único problema é escolher os filmes a ver.
Para além das longas metragens ainda há as curtas (que estão inseridas no concurso para Melhor Curta Nacional e Internacional), os workshops, as Masterclesses entre tantas outras coisas de grande valor.
Se estiverem interessados, aconselho a que comprem os bilhetes o quanto antes. Podem aproveitar o pacote de 5 bilhetes por 15€ (para 5 filmes diferentes), que é o que tenho feito sempre. No primeiro ano que lá fui tive a sorte de falar com o Eli Roth, e noutra edição, embora não tenha falado com ele, pude ouvir o senhor Dario Argento. Este ano o leque de convidados também é de peso.
De que estão à espera? Vamos todos ver cinema de terror!


Para quem se está sempre a queixar da amamentação em público..

Esperemos que isto não vire moda por estes lados.


quinta-feira, 4 de setembro de 2014

Existem dois tipos de pessoas..

As que concordam comigo e as que não concordam comigo... E as que não concordam comigo estão erradas.

Já fiz dois treinos hoje..

7:30, toca o despertador, tento sair da cama sem a acordar, que descansa a meu lado com o corpo semi nu, mas sem sucesso.

Ela: Que horas são?
Eu: 7:30. Dorme.
Ela: Por que é que está a acordar tão cedo?
Eu: Quero ir correr antes de ir para o trabalho.
Ela: Então e se em vez de ires correr por ali fora, viesses correr por mim adentro?

quarta-feira, 3 de setembro de 2014

Outras andanças e outras escritas..

Eu tentei. Eu juro que tentei. Fui aqui e ali introduzindo o tema numa tentativa que as pessoas me dessem resposta. O resultado foi o que esperava: não houve qualquer tipo de reciprocidade.

Assim, e como quero escrever sobre desporto, as minhas corrida, treinos, e aprender com outros, neste momento escrevo para o blogue Corre Mais Rápido. Somos 4 pessoas, cada um com o seu estilo e tipos de corrida diferentes. Quem estiver interessado, pode lá dar um salto e se gostarem, podem assentar e dar as vossas opiniões. O meu registo de escrita lá é diferente do de aqui, sem parvoices e sem "tretas".

Estão todos convidados! Apareçam!


terça-feira, 2 de setembro de 2014

Como é que sabes que ela é "A Tal"?

Eu: Giro, giro, era começarmos a ver Lost do inicio.
Ela: Ok. Eu vou tratar das pipocas.

E vimos 3 episódios seguidos.



segunda-feira, 1 de setembro de 2014

Burrice ou incompetência?

Se eu tivesse que escolher entre ser burro ou ser incompetente, escolheria, sempre, o ser burro.
É que ser burro nasce com a pessoa; ser-se incompetente, é algo que as pessoas são porque assim o querem.

A pessoa não tem culpa de ser burra. Sabe que as suas capacidades mentais não dão para mais, por muito que se esforcem. Já uma pessoa incompetente, até pode ser bastante inteligente, apenas não se está para esforçar. Isto é tão pior quando se fala de alguém que ocupa uma posição superior e que manda em outros.

É que uma pessoa burra pode ser competente. Sabendo as suas limitações, tem o cuidado de delegar tarefas mais complicadas a quem as consiga executar, tenta ao máximo ter o trabalho organizado, faz o melhor que pode e avisa quem vai atrás que pode haver esta ou aquela falha e para se ter atenção. Já o incompetente, faz como quer ou como acha que é melhor para ele, faz -bem ou mal - sem pensar nos que vêm atrás dele, delega aos outros dizendo-lhes que "façam mais ou menos assim porque eu fiz mais ou menos assado".

Depois, e como neste mundo há de tudo, ainda existem os burros incompetentes, aqueles que são limitados intelectualmente e que se estão a borrifar para os outros. E são estes que me fazem perder anos de vida, enquanto tento fazer o meu trabalho da forma mais competente possível.